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Categoria: TV

Análise de propaganda: Schin

Análise de propaganda: Schin

Em mais uma análise relevante de propaganda, vemos o ápice da falta de sentido: a campanha ‘Porque sim’ da Schin.

A campanha que já tem pelo menos 3 comerciais produzidos usa a seguinte ideia. O narrador pergunta o por quê de fazer determinada coisa inútil, sem sentido e que só um idiota faria. E a pessoa, assumindo sua idiotice, responde: ‘porque sim’.

As coisas sem sentido:

– Por que vai a praia lotada sem lugar para ficar?
– Por que levar 30 malas e deixar sem espaço para os outros numa viagem de 1 dua e meio?
– Por que dançar apontando para cima?
– Por que pagar um ano de academia e ir só um dia?

E aí o próprio anunciante inclui na lista de idiotices que você pode fazer:
– Porque beber Schin?

Veja as propagandas:

http://www.youtube.com/watch?v=Ll7Nk9RMhYk

http://www.youtube.com/watch?v=Ll7Nk9RMhYk

Mas sejamos justos, deixemos de ver apenas através do nosso ponto de vista. Vamos ver o que as pessoas falam nas redes sociais:

lixo de propaganda –‘

– V*. L*.

“Porque Schin é um lixo? Porque SIIIIM! Fora o gosto de urina e tal..”

– R*.

“Por que essa propaganda é uma bosta ? porque sim”

– M*.

“e pq vc’s são retardados ?” por que sim !! XD

– I*. Y*.

* Nomes ocultos para preservar a identidade das pessoas. Os comentários originais podem ser encontrados no youtube.

Descoberta científica

Descoberta científica

Eu ainda não pude ver a matéria, mas no TV UOL de hoje tem o seguinte destaque:

tvuol

 

Não sei como tantos médicos têm esse medo. E isso é uma grande preocupação, porque podemos estar formando menos pediatras.

Não consigo explicar racionalmente como um ursinho de pelúcia ajudaria os médicos a perderem o medo delas, mas o importante é que funcione.

Ainda que eu não consiga explicar a relação, esse método faz sentido. Eu que tive ursinho de pelúcia quando era pequeno, acabei crescendo sem desenvolver medo de crianças.

Person of Interest – Review Aleatorico

Person of Interest – Review Aleatorico

O que aconteceria se separássemos o Bruce Wayne do Batman? Teríamos Finch e John Reese, as personagens principais da série Person of Interest. Finch é um milionário que projetou uma máquina que prevê homicídios, assim como a máquina de Minority Report, mas baseada em algorítimos, não em mentes superpoderosas.

Desse modo, o milionário que não tem muitos dotes físicos, contrata um super eficiente, improvisador, inteligente, experiente em guerra e combate  para ser o homem de ação.

Porque eles decidem fazer isso ninguém sabe.

Mas as comparações com batman não para por aqui. No gibi, quando a Batgirl fica paraplégica, ela continua ajudando o homem morcego, falando com ele através de um ponto, na segurança da Batcaverna, exatamente como o milionário Finch, que não é paraplégico, mas é manco.

Outra comparação conveniente é a existência de uma pessoa tão boa e eficiente quanto John. E ela é uma mulher. Mas ao invés de fazer suas ações por uma misteriosa boa vontade como John, ela faz por poder e dinheiro. É uma mercenária, mas no final do seu capítulo de apresentação, vemos que ela na verdade é boa. É uma verdadeira anti-heroína, assim como a Mulher Gato. E ela também se envolve amorosamente, porém de forma descompromissada, como em Batman.

Também chegou a aparecer um vilão que os nossos heróis não conseguiram eliminar. Ele é inteligente, tem influência e enganou todo mundo sendo duas caras.

E por fim, os heróis tem um ajudante de dentro da polícia, o Fusco. Teve até uma cena que John deixa Fusco falando sozinho, saindo do local que estavam silenciosamente.

E alguma coisa me diz que a parceira de Fusco, a incorruptível detetive Carter que tenta descobrir quem é John, futuramente vai ser tornar parceira do herói, como o comissário Gordon.

Depois de todas essas coincidências e por o seriado ter o dedo de JJ Abrams, o mesmo criador/ produtor de Lost e Fringe, ainda acho que a fragilidade de Finch, o milionário, não é sem propósito e me lembra muito o Kaiser de Os suspeitos.