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Categoria: Design

Análise parcial sobre o público moderno

Análise parcial sobre o público moderno

Atendo um cliente que há 2 anos criou um produto novo no mercado.

Por ser um produto novo, foi considerado vital criar instruções passo a passo de como usar o produto. Foram diversos dias estudando para reduzir as instruções em apenas quatro passos simples, já que entendemos que muitos passos ou muito texto iria afastar as pessoas de ler e iriam assumir que o uso do produto é difícil.

Durante esses dois anos, meu cliente descobriu que uma parcela razoável de seus clientes tinham mais eficiência adaptando domesticamente uma das peças do seu produto e decidiu incorporar essa nova peça ao conjunto. Dessa novidade surgiu um segundo métodos passo a passo. O cliente viu a necessidade de atualizar seu panfleto com o novo  método alternativo.

Aprendi nos meus anos acadêmicos que todo design é a solução de um problema. Nesse caso, o problema surgiu quando as novas informações deveriam dividir o espaço de uma folha A5 com outras que já constavam no primeiro modelo de panfleto. O formato A5 é metade de uma folha comum A4, que é o tamanho que costumamos usar na impressora (297×210 mm). O espaço que estava apertado precisava se espremer ainda mais.

Um detalhe interessante do caso é que o passo 1 e o passo 4  eram exatamente os mesmos entre os dois métodos. Para criar uma solução que economizasse  o espaço e evitasse repetição de informação, ousei criar o seguinte esquema:

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O produto não ficou exatamente assim, mas a ideia geral é essa.

Após alguns dias, o cliente enviou o panfleto em formato digital para alguns clientes e retornou dizendo ‘Por incrível que pareça, algumas pessoas não estão entendendo o esquema, vamos adicionar a palavra “início”.’

Eu não achei um caso incrível.

Também desenvolvo para web e a maioria dos projetos são de prazo muito curto, procuro utilizar ideias mais simples para garantir que o usuário entenda tudo prontamente. Na internet existe uma máxima que diz ‘Quanto menos cliques, melhor’, que eu entendo como ‘não desperdice o tempo do usuário’.

No caso do panfleto, eu simplesmente aceitei a sugestão do meu cliente e adicionei a palavra “Início” no local adequado.

E talvez você tenha achado a necessidade de adicionar a palavra ‘Início’ incrível e tenha se perguntado ‘Como é possível que alguém não tenha visto?”

Conversava umas semanas atrás com um amigo que trabalha com geração de conteúdo e ele comentava sobre a nova doença, síndrome ou transtorno que especialistas dizem ter identificado. É uma nova doença como déficit de atenção e hiperatividade. Não lembro o nome exato, mas era algo relacionado ao excesso de ansiedade de informação que as pessoas tem por informação nova. Isso explicaria porque nossos jovens, e não tão jovens ,estão no celular a todo o momento. Eles estão conversando no bar e com mais 10 amigos virtualmente, vendo vídeos de gatinhos, comprando passagem de avião, vendo o placar do jogo e os comentários sobre a novela tudo ao mesmo tempo.

Também lembrei que li uma vez sobre uma agência de notícias especializada em entregar a informação para os assinantes em mensagens mais curtas possíveis. Encontraram um nicho de notícia para aquele que gosta de estar atualizado mas não tem tempo de ler a matéria no jornal ou no portal da internet.

Isso explicaria porque as vezes os usuários não leem coisas simples. Talvez o tal do transtorno realmente exista.

E na verdade, me identifico com isso e talvez até tenha escolhido minha profissão por isso. Duas das coisas que mais gosto no design gráfico são o design de interface e o ‘infografismo’, que se bem feito, tornam o complicado simples de entender. Num mundo utópico sem leis, sem advogados e sem propagandas, imagino que o designer gráfico ainda existiria para criar interfaces e apresentar informações da forma mais fácil para as pessoas.

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Outra evidência da síndrome é uma matéria que saiu na Smashing Magazine analisando tutoriais de apps (em inglês). Os dispositivos móveis não tem o botão direito do mouse ou a tecla comando do Mac, mas por outro lado tem o gestures que abrem uma gama de novas interatividades e que não estão bem fundamentadas. Cada desenvolvedor tenta criar seu novo padrão de gestures e que obriga o usuário a aprender a mexer em cada um desses programas. Como a matéria aponta, os usuários não leem os tutoriais a não ser que seja o estilo  jogo/ troféu/achievement.

Penso se  um tutorial, que já é uma forma mais interativa de ensinar, realmente precisa se transformar em jogo de recompensa.

Um dos editoriais mais conceituados na área nos diz que para ter sucesso precisamos transformar lição em brincadeira.

Comecei a pensar qual é o limite de seguir as regras da comunidade web?

Existe uma variação da regra ‘Quanto menos clique, melhor!”  que diz que o usuário tem que dar no máximo 3 cliques para chegar em um conteúdo. Os webdesigners com medo de quebrar a regra, começaram a criar menus gigantes de 100 itens. Será que o usuário prefere dar 4 cliques ou ficar 1 minuto lendo um menu para dar 1 clique a menos?

Esse zêlo com o consumidor, me faz lembrar do manual de instruções de produto eletrônico. Na seção de problemas frequentes sempre tem como primeiro item ‘Verifique se o produto está ligado na tomada!’. Certamente foi porque muitos casos ocorreram.

Conheço um caso de empresa que fabrica plásticos sanitários como tampas de privadas, caixas de descarga, ralos e calhas que lançou uma grelha anti baratas para calhas. Eles foram processados e perderam porque um dos consumidores reclamou que a grelha derreteu e estragou o fogão quando ela foi usá-la para preparar um filé. O produto chama ‘grelha anti baratas’. O juiz obrigou a empresa, além de pagar danos materiais, a escrever na embalagem algo como ‘não indicado para uso culinário’.

E se formos nos preocupar com tudo que o cliente posse se confundir, o meu panfleto teria que ser algo assim:

 

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Eu sei que o panfleto oficial não é nenhum grande obra prima do design, mesmo porque não tive tempo hábil parece pensar em outras soluções, mas a existência de um produto com duas opções parece confundir o cliente.

É um paradoxo. Se o produto tem muita informação, confunde. Se não tem, confunde também.

Seria um paradoxo mesmo ou a criação de produtos ‘plug and play’, ‘pronto para usar’ ou ‘pronto em 3 minutos’ que educou o consumidor acostumados com as facilidades contemporâneas esquecer de ligar o aparelho na tomada ou desistir de ler uma simples instrução?

E pode até parecer que quero transferir a minha responsabilidade, mas num mercado que cobra serviços cada vez mais rápido, sem tempo para estudar, reestudar, testar e inovar, parece que a melhor solução seria criar dois produtos diferentes. Isso deve ajudar a explicar porque tem tanta segmentação nas prateleiras do supermercado.

E por isso também que inovação em design é raro do meu ponto de vista. O último caso genial  que me lembro não é exatamente gráfico, mas é de interface. Foi o iPod com sua roda mágica que faz tudo. Lançado em 2002. Já se passaram 12 anos. Antes disso foi o Windows.

Uma outra bobagem que lembrei é o menu de armas dos jogos de videogame como Assassins Creed II, Red Dead Rendemption, Gta 5 e outros. Não sei dizer quem foi que criou nem quando, mas hoje você segura um botão e seleciona a arma com outro botão de forma muito rápida. Antigamente tinha que ficar apertando um botão repetidamente que exibia as armas disponíveis uma a uma num sistema de rodízio. Se passasse a arma sem querer, já era,  aperta um monte de vez de novo até chegar na arma. Outro método antigo tinha que apertar botão, entrar no menu, navegar no inventário até selecionar o item e confirmar.

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Essa inovação foi muito prática, mas por mais que eu seja fã de videogames, não é nenhuma grande feito para a humanidade, ao contrário do scroll wheel do iPod que eu diria que é a base intuitiva dos gestures modernos e vai influenciar bastante nas novas tecnologias de sense motion e gadgets vestíveis.

Como comentei e deixei subtendido ao longo do texto, gosto muito de exercer minha profissão, apesar de desvalorizada. Vejo nas facilidades que o design traz o essencial profissão; também defendo fielmente que o design é feito 100% focado para o público e assumo que tenho grandes sintomas a tal da síndrome da ansiedade da informação.

Mas minha grande pergunta é: Até onde devemos infantilizar da informação?

Até onde é aceitável que deve-se alertar o leitor que o Passo 1 é o início?

Até onde é aceitável que deve-se alertar que grelha anti barata de plástico não deve ser usada para grelhar filé mignon na chama do fogão?

Isso ainda se soma com esse adestramento por esses troféus/achievements.  A charge que li: “O gigante acordou, mas é muito obediente.” se torna plenamente verdadeira.

Nossas crianças estão nascendo  mais inteligentes ou elas estão nascendo aprendendo a  apertar um único botão? Nascem sabendo jogar angrybirds e poker no iPad, mas não sabem puxar um estilingue e embaralhar cartas, que não são importantes em si, mas acredito que crescer aprendendo coisas diferentes a todo momento é estimulante para o desenvolvimento.

Deveríamos nós designers e desenvolvedores de sistema exigir mais dos nossos clientes e usuários ou nos preocupar apenas em atingir um público maior e vender mais e que esqueçamos de deixar uma herança cultural e intelectual?

Ou estou pensando pelo caminho errado? Tornar tarefas difíceis cada vez mais simples é 100% bom para todos. Nos dá mais tempo para fazer outras coisas como adquirir doenças modernas, trabalhar mais, pagar mais impostos, se frustrar com desafios e perder o controle?

Você, profissional e amante de psicologia, o que acha?

Estou errado em deduzir que o sistema de recompensa sem esforço gera indivíduos que desistem facilmente, que não entendem a dificuldade de conquistas reais, que não sabem lidar com frustração, raiva e autocontrole?

Estou alucinando em pensar que a hipersimplificação do entender e do fazer gera indivíduos com dificuldade de raciocinar sobre coisas que necessitam um pouco mais de instrução?

Até onde hipersimplificação é benéfica ou prejudicial a formação do indivíduo?

Só não vale dizer que ‘não pode generalizar’.

Mascote da Copa do Mundo do Brasil

Mascote da Copa do Mundo do Brasil

Outro dia aí saiu em alguns sites ‘em primeira mão’ um mascote com pedido de registro de marca feito pela FIFA na Suíça.

Divulgaram uma versão em tons de cinza como vemos abaixo:

Fiquei muito contente. Esse desenho é muito bonito e simpático. O contrário da marca que simbolizará a Copa. Então divulgaram a marca colorida:

Mal gosto indiscutível, uma lástima. Mas parando para pensar, nenhuma surpresa.

Agora, assim como fizeram com a bola da copa, lançaram o concurso para a escolha do nome do mascote. Se você já achava que Brazuca, Bossa Nova e Carnavalesca já eram abaixo da média, se preparem para os concorrentes ao  nome do ex-simpático Tatuzinho:

  • Amijubi
  • Fuleco
  • Zuzeco

Muito triste. Até os nomes do concurso daquele sofrível e mal acabado mascote do Pan do RJ eram melhores: Lucas, Cauê e Guará.

Cores e formas para um bom projeto de Branding

Cores e formas para um bom projeto de Branding

Branding, para ser breve como o Rei Pepino, é entre outras coisas o projeto e o trabalho que reforça a identidade de uma empresa, um serviço ou um produto. Além da marca, conhecido também como logomarca/ logotipo, podemos marcar o cliente através de uma quase infinidade de elementos como sons, texturas, aromas, imagens, atendimento e padronizações, como por exemplo só usar fotografias preto e branco em seus anúncios. Para saber mais, favor pesquisar.

Pensava eu, um belo dia, que as camisas de futebol são mais identificadas pela marca do fabricante e do patrocinador do que pela identidade visual do clube ou seleção.

Citemos a camisa do Real Madrid para exemplificar. Ela é uma camisa branca com o escudo do clube, as listras da Adidas nos ombros e mangas e a marca da Bwin. O que isso quer dizer? Que sem o escudo do clube, a camisa poderia ser de qualquer outro time.

Para analisar melhor o caso, peguei algumas camisas de clubes do mundo, senão do universo e removi toscamente as marcas dos patrocinadores, fabricantes e escudos dos clubes.

Veja quais das camisas a seguir você consegue identificar:

São elas, não necessariamente nessa ordem: Barcelona, Brasil, Fiorentina, Fluminense, Grêmio Prudente, Manchester United, Real Madrid, Roma e Santo André. Todas versão 2010-11.

Infelizmente ainda não pude fazer pesquisa com um grande número de voluntários, mas se você é um bom conhecedor de futebol, mesmo que apenas no videogame, você deve ter identificado facilmente as camisas do Barcelona, Brasil, Fiorentina, Fluminense e Roma.

Análise das imagens

Quais são as importantes conclusões que chegamos analisando essas imagens:

1) Não é só o poder publicitário que é o suficiente para marcar. As camisas do Santo André e Grêmio Prudente são muito difíceis de serem identificadas não porque são clubes de menor expressão e com pouco poder financeiro. Se fosse por isso as camisas do Real Madrid e do Manchester United, que são dois dos três maiores clubes do mundo em riqueza segundo pesquisa recente, seriam fáceis de serem identificadas.

2) A partir da conclusão 1, deduzimos que o facilita a identificação são as combinações de cores.

3) A conclusão 2 gera exceções. A camisa do Fiorentina que é toda roxa. Ela é marcante porque sai dos padrões do mercado. Outro exemplo seria a camisa do Palermo que é marcante por ser rosa claro. Em outros produtos, o Vanish é fácil de ver na prateleira do super mercado por ser rosa choque. O Vanish faz um trabalho de branding tão bom que eles usam a própria referência da cor no seu slogan: “Confie no rosa”.

4) As camisas do Barcelona e Fluminense que possuem três cores são as mais fáceis de identificar. A camisa do Grêmio-RS e do São Paulo provavelmente seriam muito fáceis de se identificar também.

Considerações

Claro que não podemos usar essa pesquisa como única referência para tirar conclusões.Algumas das coisas que devemos considerar nesse estudo é:

– Não estou dizendo que todas as camisas de futebol não tem identidade. O short também faz parte do uniforme, portanto ele auxilia na composição de cores na hora de identificar um clube.

– Existem muitos e muitos e muitos clubes de futebol no mundo. É muito fácil encontrar camisas iguais as outras, mesmo usando mais de uma cor, como por exemplo Milan com Atlético Paranaense, Juventus com Atlético Mineiro. Ainda assim, as camisas de futebol nos mostra como ainda é possível arrumar combinações interessantes como: o roxo do Fiorentina, o rosa claro do Palermo, o vermelho e laranja do Roma ou o azul e preto do Inter de Milão.

– Existem clubes pequenos que são fundados por torcedores de clubes grandes e acabam por copiar totalmente a identidade do clube homenageado como o Atlético Goianense fez com o São Paulo FC. Isso não existe legalmente com produtos concorrentes.

– Não estou dizendo que apenas os clubes italianos sabem desenvolver uniformes. Nem estou dizendo aqui que todos os Atléticos tem identidade similar a de outros clubes. É apenas uma coincidência.

– Outra coisa que diferencia as camisetas de futebol do restante do mercado é que as camisas se tornaram um meio de divulgação dos patrocinadores. Então não estou dizendo que os clubes falham em desenvolver identidades nas camisetas. Vai depender do objetivo do clube. O Real Madrid consegue dar destaque quase que total para o fabricante e o patrocinador, é muito provável que essa seja a intenção do clube. Mas vimos que alguns projetos conseguem unir tudo.

Conclusão

O que você pode tirar de útil daqui, você que se interessa por branding:

– Pense em usar uma cor que ninguém no mercado pensou em usar. Atenção: Não esqueça da semântica. Se todos as embalagens de molho de tomate são vermelho e verde, quer dizer que é muito possível que se alguém fizer uma embalagem preta e azul, ninguém vai querer comprar.

– Pense em usar duas cores ou mais para sua marca. Atenção 1: Lembre-se que quanto mais cores, mais caros são os processos produtivos, principalmente no Brasil. Atenção 2: Lembre-se que se todo mundo usar as sete cores do arco íris em seus projetos de branding, essas marcas não vão se diferenciar umas das outras. Atenção 3: Uma marca com apenas uma cor pode ser o diferencial entre todas as outras marcas do segmento que usam duas cores ou mais.

– As formas ajudam a diferenciar quando as cores são iguais às do concorrente.

– Independente das cores e formas que seu projeto acabou chegando, o importante é manter a identidade. Nada de ficar trocando a identidade a cada 6 meses. Se não a marca deixa de ser marcante. Para impedir a coceirinha de querer mudar alguma coisa é preciso ter um projeto bem conceituado e bem testado. Nada de marca desenvolvida em 2 dias.

– E por fim, uma consideração muito importante é que essas dicas podem ser quebradas. Nada como bom senso e muita pesquisa de mercado para quebrar e/ou renovar os paradigmas.

PS: Você pode ter gostado ou não da nova camisa da seleção Brasileira de futebol. Mas você não pode negar que quem projetou o modelo a fez única e inconfundível.

Brasiliense homenageia o Rock com novo design gráfico na camisa

Brasiliense homenageia o Rock com novo design gráfico na camisa

Depois do símbolo da copa 2014, o clube Brasiliense homenageia o dia do rock entrando em campo com a camisa mais bem conceituada e executada de todos os tempos, graças a mais uma artimanha do design gráfico brasileiro.

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/brasiliense/noticia/2010/07/clube-buscou-identificacao-maior-com-brasilia-ao-homenagear-o-rock.html

Que orgulho de ser designer gráfico! Quer orgulho de ser brasileiro!

Marca da Copa 2014

Marca da Copa 2014

Aqui estão todos as marcas de todas as copas desdes 1930: http://www.logoblog.org/wordpress/fifa-logo-evolution/ (aparentemente a visualização do site não funciona bem no Firefox).

Essa marca é um chute na cara muito bem dado no design gráfico brasileiro.

Conceito imperceptível. Acabamento intraordinário.

Minha suposição é de que foi cobrado 100 mil reais para desenvolver a marca, mas o filho do vizinho da frente que fez.

Aplicativos web tipográficos maneiros

Aplicativos web tipográficos maneiros

Vetorizar uma marca, também conhecida popularmente como logomarca, logotipo ou somente logo, é um saco.

Existem programas que automatizam essa tarefa, mas nem sempre são eficientes.

O mais difícil é vetorizar os tipos, conhecido popularmente como fonte, letra ou escritinho. A parte figurativa da marca normalmente é fácil.

Existem programas que automatizam essa tarefa, mas nem sempre são eficientes.

Existem ocasiões que não  tem jeito, tem que ser vetorizada a marca manualmente.  O ideal é identificar a tipografia, adquirir o arquivo e assim não ter que levar horas vetorizando uma marca sem adquirir um resultado ótimo.

Seguem dois links para ótimos sites que ajudam na identificação de tipos.

São conhecidos sites do setor, mas sempre tem alguém novinho que desconehce.

Whatthefont

http://new.myfonts.com/WhatTheFont/

No Whatthefont do site myfonts o processo é simples. Carregue uma imagem do seu computador ou de um link com as letras das sua marca bem definidas. Confirme as letras identificadas pelo aplicativo. O site automaticamente busca no seu banco de dados a tipografia utilizada. As vezes é necessário remover elementos gráficos da marca num programa de edição gráfica para o sistema identificar melhor cada letra.

Identifont

http://www.identifont.com/identify.html

Necessite inglês intermediário. Na opção “Fonts by appearance” você digita as letras que você tem disponível e vai respondendo uma série de perguntas. O aplicativo vai eliminado possibilidades até chegar a tipografia desejada.

Claro que nem um é 100% eficaz. Normalmente quando um dos sites não retornam o resultado ideal, o outro consegue.

Existem dezenas de outros site similares, esses dois normalmente são o suficiente para mim, se conhece algum outro, podem sugerir.

Não podemos esquecer que existem outras dezenas de site com um banco de marcas já em vetor. O mais famoso deles é o http://www.brandsoftheworld.com/. Pesquise pelo nome, leia os termos de uso e baixe o arquivo em eps. Lembrando que será muito raro encontrar empresas nacionais de pequeno e médio porte no site.

Sites bem locos

Sites bem locos

Há um site chamado FWA que significa Favourite Website Awards e premia os melhores sites.

O último premiado é:

http://soytuaire.labuat.com/

Um tipo de videoclip interativo em flash, desses que só são possíveis pelo computador e que nos faz pensar que a internet realmente vale alguma coisa no meio a tantos spams, twitters e blogs sem sentido. Você interage, depois vê o vídeos. São duas sensações diferentes e muito intrigantes.

Confira o FWA para ver outros sites maneiros.

Novo conceito para marca do EhNois

Novo conceito para marca do EhNois

Pode parecer brincadeira, mas pensei num novo conceito para a marca do EhNois.

Isso se dá ao fato dos últimos eventos do ehnois. Ou seja, nenhum.

As pessoas não se vêm mais. Estragaram até a minha linha do tempo do ehnois que tento desenvolver desde 2006. Naquela época eu sabia dizer se determinada pessoa parou de andar com o grupo ou voltou a andar. Hoje em dia me parece que 5 meses ocupados com outros compromissos é normal.

Segue meu novo conceito:

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A parte gráfica da marca representa:

1) A linha do tempo não muito detalhada mostrando linhas mais finas sainda da linha principal como pessoas sainda de um grupo.

2)  Ao contrário da minha linha do tempo, essa linha é tortuosa porque não sabemos mais para onde ela irá caminhar.

3) A antiga nomenclatura ‘netfriendship’ que significava rede de amizade também é lembrada nesso conceito de marca. A parte gráfica é como uma corda se desfiando e portanto desfazendo a rede.

4) As cores utilizadas não tem brilho. Também foram escolhidas variações de cores não muito comuns, tanto é que não tem um nome padrão, dando a idéia de obscuro, esquecido e envelhecido. São cores como ‘azeitona preta em conserva velha’ e ‘verde ou cinza lavado’.

5) O termo ehnois não é mais usado. O conceito é a palavra abreviada. Tão abreviada como a perspectiva de vida do ehnois particularmente enfatizada pelo ponto final exagerado.

O mais triste que tudo isso ocorre nesse ano de 2009, quando o ehnois poderá completar 10 anos de existência.

Será o fim?

Talvez seja uma boa hora de lucrar vocês adquirirem nossos produtos comemorativos de fim de uma era:

lataenSoda limonada em embalagem comemorativa do fim do EhNois

sunÓculos de sol comemorativo de fim do EhNois

sacolakraften

Embalagem em kraft comemorativa de fim do EhNois

Não quero criar alarde, mas RESERVE JÁ!

Poucos itens em estoque.