O Final de Lost foi simplesmente…

O Final de Lost foi simplesmente…

Uma tremenda bosta. Depois de uma primeira temporada sensacional, uma última temporada frustrante. Ficou claro que essa temporada final foi um desenrolar simples de uma história perdida, mas para dar volume, o enredo foi intercalado com “flash parallel” que, no fim, não era nada disso e nem precisava estar na história. Depois dos produtores se orgulharem tanto de usar temáticas filosóficas e físicas, inovadoras nos seriados televisivos, e das relações entre personagens, a última temporada deu com os burros nágua.

Para quem acha que os produtores se limitaram a explicar o que realmente precisava ser explicado, eu fico triste com a falta de proatividade cerebral dos telespectadores, mas ao mesmo tempo feliz, porque sei como não precisa fazer muito esforço para entreter esse público. Um dia podemos precisar deles. Voltando aos produtores, nunca mais confio num trabalho de Damon Lindelof e Carlton Cuse. Já o de J.J. Abrams continua interessante com Fringe.

Mais detalhes críticos em breve, assim que o coautor desse site ver o último capítulo e não chorar por eu ter publicado spoilers, embora a série já tenha acabado.

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